sexta-feira, 27 de maio de 2011

Google busca cura do Parkinson

Com o objetivo de criar um banco de dados de dez mil indivíduos e usar o mecanismo de buscas Google para encontrar links entre eles, o co fundador do gigante das buscas, Sergey Brin, se empenha em encontrar uma cura para o Parkinson.
A iniciativa, que já conta com 4 mil participantes, é uma parceria da 23andMe, empresa privada de testes genéticos, o The Parkinsons Institute and Clinical Center (PI) e a Fundação Michael J. Fox (MJFF).
O projeto cria também um fórum online para conectar pessoas e famílias afetadas pelo Parkinson. A platafomra da web possibilitará ao 23andme a criação de uma nova maneira de estudar doenças complexas agravadas pela interação de genes e meio ambiente. Utilizando a internet para questionar e interagir com os voluntários, os custos de pesquisa são drasticamente reduzidos; a web também permite que pessoas que moram longe de centros de pesquisa participem do projeto.
A iniciativa é patrocinada principalmente por Sergey Brin, que doou pessoalmente US$10 milhões, e por sua empresa, o Google, que investiu cerca de US$6 milhões. Essas doações reduzem os custos para os 10 mil voluntários – quem se cadastrar no projeto deve pagar apenas US$25, quando um teste como este, normalmente, custaria US$399. Os participantes recebem um kit de testes, no qual colocam uma amostra de saliva e devolvem para análise. Eles também respondem questionários online sobre estilo de vida e comportamento.
A doença da mãe e sua herança genética são os principais motivos para o engajamento de Brin. Aos 36 anos, com fortuna estimada em US$17,5 bilhões, o empresário possui uma mutação no gene LRRK2.
A taxa da doença na população é relativamente rara: entre 1% e 2% das pessoas têm chance de desenvolvê-la ao longo da vida, porém a chance aumenta com a idade: 28% de chance ao 59 anos, 51% aos 69, e 74% aos 79. Tatiana Foresta - Adnews

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