terça-feira, 9 de abril de 2013

Bradesco persegue gestantes

O Bradesco dá um grande mau exemplo, com a prática da perseguição as bancárias gestantes detentoras de funções gerenciais, com o claro objetivo de inibir as colegas de engravidarem. O fato é que, quando uma gerente se afasta por licença maternidade, fica estabelecido que não retorne a unidade de origem, o que seria natural e é prática comum nos demais bancos. Assim, após o afastamento a bancária fica a mercê de nova indicação em qualquer outra agência do banco, o que causa certamente uma instabilidade muito grande e deixa claro para quem não quer ser transferida a revelia que não deve engravidar. Essa prática é reafirmada com uma política de recursos (des) humanos do banco.
Cabe a denuncia veemente de todo movimento sindical, inclusive das centrais. Uma vez que fica mais que evidente a discriminação á mulher.

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