quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

FICC apoia projetos sociais sérios em Itabuna




A atual gestão da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), tem fomentado ações culturais e de cidadania na cidade e criado projetos que buscam valorizar o artista local como o PAC – Programa de Arte e Cultura, o PACAIS – Programa de Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social e o PAI – Programa de Arte Itinerante, todos em plena atividade em diversos bairros da cidade. Além disso, a FICC busca também apoiar projetos sérios e importantes para a população.
O Projeto “Capoeira Para Todos”, idealizado pelo Mestre Ninja em 2005, por exemplo, visa resgatar crianças por meio da prática deste esporte. Já passaram pelo projeto mais de 200 crianças e adolescentes de vários bairros em situação de vulnerabilidade. O projeto oferece também aulas para alunos com síndrome de down e deficiência intelectual na Escola Celeiro de Bamba Cordão de Ouro, situada na Rua Rui Barbosa, nº 530 no centro de Itabuna.
De acordo com a contramestre Karen Póvoas, a capoeira provocou mudanças no desenvolvimento psicossocial e no comportamento. Ela destaca que os alunos passaram a ter mais disciplina, respeito ao próximo, autonomia e união, além da socialização, ritmo e coordenação motora.
Para Karen, o apoio da FICC é muito importante para fomentar a cultura e incentivar os alunos, principalmente os voluntários, a ampliar seus conhecimentos. Ela conta que o projeto sempre foi mantido por trabalho voluntário. “Apesar das dificuldades, Mestre Ninja consegue levar o trabalho adiante com muito amor e dedicação”, comenta. “A falta de recursos nos limita a realizar projetos que envolvem atividades extra classes, além de oferecer melhores condições físicas e fardamento”, conclui a contramestre.
O projeto “Capoeira para Todos” também oferece aulas no Condomínio Pedro Fontes I e II, no bairro São Roque, ministradas pela contramestre Evelling Pimenta, professor Tiago e instrutor Wallace respectivamente.
A capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte e cultura, esporte e música, “dessa forma, com projetos dessa natureza, nos faz crer ainda mais que podemos transformar Itabuna”, destaca professor Roberto José, presidente da FICC.

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