LUIZA

sábado, 25 de outubro de 2014

WALTER MARQUES E SUA QUARENTENA NO GELO DE MARCO BRITO

Depois de longos dois anos, ardendo na geladeira do Governo do Bem III, o ex-vereador Walter Marques não tem pensado outra coisa, a não ser retornar a Câmara de Vereadores de Itororó. Para tanto, o capacitado eloqüente ex-vereador, o escrivão de polícia e agora advogado tem feito das tripas coração para projetar sua imagem junto à sociedade com esse objetivo. Sua mais nova incursão se deu no campo da comunicação, onde, Marco, necessitando de alguém para combater o radialista Rubinho Cordeiro que lhe tirava o sono, com seu programa de rádio do meio dia na Rádio Itapuy, trouxe Walter do ostracismo em que se encontrava e o promoveu do cargo de nada para coisa nenhuma, que é o que Walter representa como este radialista “feito nas coxas”, simples e estrategicamente para acalmar sua agonia, ou a agonia de ambos; um precisando de emprego que equivalesse à sua capacidade, e o outro, sob pressão, precisando arranjar qualquer coisa para não ser aporrinhado. Foi o que aconteceu. Era melhor não ter tirado Walter da geladeira em que se encontrava. Marco deu a Walter uma geladeira pior, onde aparentemente o político Walter Marques não tem se adaptado.

Marco Brito, como um bom mágico, desaparece como sempre, e faz desaparecer quem ele quer da platéia ou do jogo político que lhe apetece. No cargo em que se encontra, Walter levará, (com muita sorte), uma eternidade para sair da câmara fria em que se encontra para uma Câmara de Vereadores que é o que tanto pleiteia.
Extremamente subaproveitado como radialista, Walter já se deu conta de que, como homem de rádio, não vai ganhar nem para o sal; a prova disso é a votação que Rubinho deu para o deputado Erivelton Santana que não passou dos votos que ele teve como candidato a vereador nas últimas eleições. E olha que Rubinho tem mais de quinze anos atrás de um microfone, pintando o sete e maquinando contra todos em busca desse espaço.
Talvez, Itororó saiba discernir o papel de cada um em sociedade, apesar dessa sabedoria, vir acompanhada de uma boa carga de preconceitos em seus critérios.
Minha avaliação em relação a Walter Marques é que vejo o funcionar, como uma verdadeira “bucha de canhão” do governo que ele projetou para alçar vôos mais altos. É claro que, Walter ao enxergar os nomes do Governo do Bem III, que compõe a Câmara de Vereadores, logo, deve “chacoalhar seus guizos”, de tanta urticária que o grupo lhe causa. Pois, a cada dia que passa, purga o “inocente”, - talvez, merecidamente, talvez não, os pecados que cometeu quando saiu de Edneu e foi para a defesa do indefensável governo do “franciscano” Adroaldo.
Se arrependimento matasse, Walter já teria carregado muitas mortes na “cacunda do próprio si”, como diria Zé Baixinho do Bandeira.
Mas, Walter talvez, ainda esteja, à espera de um milagre desse governo, o que, pelo jeito, não vem. Que milagre é esse? O milagre mais comum que acontece na política de acomodações e contemplações de quadros: Marco Brito, só teria de puxar um vereador para qualquer secretaria inoperante de seu governo, de proporção igual ao vereador que o representa na Câmara, e pronto. Daí em diante, o filho do finado João Marques do São José, se transformaria em seu mais fiel parlamentar na tribuna, onde dizem eles, ali, combatem o bom combate.
Como Marco procura um culpado para o desastre da eleição no Rio do Meio, a chance de Walter Marques reside na possibilidade de Marco ter uma conversinha de “pé de orêia” com o vereador Có.
E Marco, sabe de “có” e salteado, que em 2016, Rio do Meio é fundamental para os seus interesses em se manter no poder.
Acredito que Marco, teme Walter pelo seu recente passado e pela qualificação do mesmo. Porém, ao se sujeitar a ser um medíocre radialista para atender aos caprichos de um governo que tinha de ampará-lo, Marco comete o erro crasso de não ter um vereador competente dentro da política de direita radical que seu governo pratica.
Com isso, o escrivão Walter Marques congela seus desejos de servir ao governo, na região mais fria de uma geladeira que insiste em se manter fechada para ele.

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