segunda-feira, 6 de julho de 2015

PRF: Corporação tem pedido de 1.500 vagas. 3º grau e R$7.092

Os interessados em fazer parte da Polícia Rodoviária Federal (PRF) devem ficar atentos e iniciar o quanto antes a preparação. Isso porque o departamento já possui pedido de autorização de concurso em análise no Ministério do Planejamento para 1.500 vagas de policial rodoviário federal. O cargo é voltado para quem possui o ensino superior completo em qualquer área, além de carteira de habilitação (categoria B ou superior), e tem remuneração de R$7.092,91 no início da carreira, valor que inclui R$373 referentes a auxílio-alimentação. A PRF tem urgência na recomposição do seu efetivo e, segundo argumentou o ministro da Justiça no documento de solicitação do concurso, a nova seleção é a única saída para solucionar a crise de efetivo, que vem provocando o fechamento de postos da PRF em todo o país e prejudicando o desenvolvimento de diferentes atividades do órgão, além de comprometer a segurança dos atuais servidores.
Além do novo concurso, o departamento também busca a permissão do Planejamento para nomear cerca de 700 aprovados da última seleção, aberta em 2013. A intenção é contar com uma programação para o preenchimento das cerca de 3 mil vagas em aberto das 13.098 existentes no quadro de policiais rodoviários federais. A seleção passada foi organizada pelo Cespe/UnB e compreendeu provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física (testes de flexão em barra fixa, de impulsão horizontal, de flexão abdominal e de corrida de 12 minutos), avaliações médica, psicológica e de títulos, além de investigação social e do curso de formação. Houve 109.769 inscritos para mil vagas (cerca de 110 por vaga).
Como é o trabalho desempenhado pela seção de policiamento e fiscalização?
Inspetor Rafael Pinto Alvim – A seção de policiamento e fiscalização é responsável tanto pela fiscalização de trânsito como pelo combate ao crime nas rodovias federais. E tem também a questão da redução da violência no trânsito. Estamos na década mundial da redução dos índices de violência no trânsito, e a gente atua de todas essas formas. Dentro da seção temos algumas áreas: a responsável pelo combate à criminalidade, pela redução de acidentes, pelo planejamento de fiscalização. De forma geral, a gente responde por todo o estado na parte operacional.
E como tem sido esse trabalho nos últimos anos?
Nós temos algumas metas, alguns índices, que são acompanhados pelo governo federal, e estamos conseguindo trabalhar no sentido de reduzir esses índices. Tanto a taxa de mortalidade em acidentes de trânsito, quanto os índices de criminalidade. Mas a gente precisa sempre de efetivo. Quanto maior o efetivo, melhor o trabalho e melhor para todo mundo. Melhora para a sociedade, melhora a qualidade do nosso serviço.
De quanto tem sido a redução dos índices?
Em quatro anos, conseguimos reduzir em cerca de 30% o número de mortos no trânsito, que é o principal indicador da Polícia Rodoviária Federal. Isso no Rio de Janeiro. Mas de forma geral, a regional do Rio acompanha a média nacional. O departamento tem conseguido cumprir seu compromisso com o Ministério das Cidades, com o Ministério da Justiça, de redução da velocidade e das mortes no trânsito. E a questão da criminalidade, apesar de um cenário mais violento no Rio de Janeiro, temos conseguido trabalhar de forma pontual, em parceria com a Polícia Militar e com os outros órgãos de segurança pública, no sentido de reduzir e atuar pontualmente contra essas atividades criminosas.
Como destacaria a importância do concurso a ser realizado pela PRF?
A importância é absoluta. Quanto maior o efetivo, melhor o trabalho. Geralmente, o pessoal do concurso é designado para as regiões de fronteira, e acontece um concurso interno, pelo sistema nacional de remoções, que faz o remanejamento do efetivo. E sempre que entra gente nas fronteiras, nós conseguimos receber alguém. E o reforço nas fronteiras também é importante, porque lá se trabalha para não deixar chegar a atividade criminosa, o tráfico de drogas, as armas, aqui no Rio de Janeiro. Então, por mais que o pessoal entre lá, fortalece aqui o Rio de Janeiro, com certeza.
E o que o senhor pode falar para aqueles que estão ansiosos por essa oportunidade?
Posso dizer que o departamento trabalha para aumentar o nosso quadro. Isso é um trabalho constante da direção-geral. Existe uma previsão de novos concursos, então, não desistam. Todo mundo para conseguir alcançar uma carreira pública tem que estudar, se dedicar, ter foco e, principalmente no nosso caso, querer ser policial rodoviário federal. O concurso vai sair. Sabemos que o país, hoje, atravessa uma situação diferenciada, mas existe uma previsão, e o empenho da direção em repor o quadro.
Fonte: Folha Dirigida
publicação do mestredosconcursos.com.br

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