LUIZA

domingo, 5 de março de 2017

Prefeito de Ilhéus e reitora da UESC ratificam parceria institucional

Durante o primeiro encontro oficial com a reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Adélia Pinheiro, o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, reafirmou a disposição de sua gestão de trabalhar de forma colaborativa com a instituição de ensino superior, na perspectiva de ações de planejamento e de cunho social que beneficiem a população, de modo geral. No plano específico, eles discutiram ações estratégicas para o bairro Salobrinho, onde está sediada a Universidade.
O prefeito e a reitora se reuniram nesta sexta-feira, 3, no Gabinete do Centro Administrativo de Ilhéus, no bairro da Conquista. Na oportunidade, Adélia Melo também ratificou a proposta de parceria entre a UESC e o Município, dentro das competências institucionais que abranjam a formação de pessoas e a produção de conhecimento.
A reitora declarou que, durante a conversa, teve destaque “o máximo interesse em ação e parceria com a gestão municipal no Salobrinho, com ênfase na regularização fundiária”. Ela acrescentou que também dialogaram em torno do potencial da cadeia produtiva do turismo, “entretanto, com necessidade de formatação de produtos e capacitação de pessoas, com participação da UESC e de outras instituições de ensino superior aliadas ao município”, salientou.
Salobrinho – O bairro onde está situado o campus da Universidade Estadual de Santa Cruz, às margens da Rodovia Jorge Amado/BR-415e do Rio Cachoeira, apresenta um processo de expansão urbana acelerado, em virtude do crescimento da instituição de ensino e a conurbação entre as cidades de Ilhéus e Itabuna. Como consequência, essa expansão gera a necessidade de serviços públicos.
Segundo o vice-prefeito e secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável, José Nazal Soub, a comunidade do Salobrinho surgiu em uma área de propriedade rural e hoje possui cerca de dois mil domicílios. A regularização fundiária, embora seja um processo complexo, é de extrema importância para que as famílias locais possam ter direito à propriedade dos terrenos onde construíram seus imóveis.

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