domingo, 8 de setembro de 2019

Marília Mendonça conta que passou a esquecer letras com a gravidez: "Coisa mais louca"


Marília Mendonça no "Altas Horas". Foto: reprodução/TV GloboMais

Yahoo Vida e Estilo - Marília Mendonça mantém a rotina intensa de trabalho durante a gravidez, mas enfrenta um pequeno contratempo em seus shows. A cantora de 24 anos diz que ter um branco durante uma canção tem sido uma constante.
“Agora estou esquecendo [as letras]. Quando falei que é a coisa mais louca que aconteceu na minha vida, é porque é. O meu maior desejo hoje é que todo mundo pudesse estar grávida”, brincou, durante sua participação do “Altas Horas” do último sábado (7).Pitty, que também era convidada do programa de Serginho Groisman, conta que passou pelo mesmo fenômeno. “Depois passa”, tranquilizou a baiana. “E o nariz também volta ao normal?”, quis saber a sertaneja. “Volta tudo”, garantiu a roqueira.
À espera de Léo, fruto de seu relacionamento com o cantor Murilo Huff, Marília comentou como tem sido a nova fase. “A gente está fazendo mais de 20 shows por mês. Todo dia ele canta comigo. A hora que ele acorda e começa a chutar é lá pra meia noite, uma da manhã”, disse.
No quarto mês de gestação, a cantora já está preocupada com o futuro. “Como estou grávida, existe um milhão de preocupações na minha cabeça, principalmente quando você é uma mulher de negócios, que trabalha, é independente e precisa conciliar essas duas coisas. Por várias vezes me pego chorando no quarto, lendo notícias e sem saber o que vou fazer. Estou gerando uma vida nesse mundo de hoje com as condições que a gente vive. O quanto de coisa que vou ter que explicar para o Léo e que será explicado diferente pra ele lá fora”, afirmou.
Na atração, a goiana também falou sobre a carreira e admitiu uma vaidade: segue todos os perfis dedicados à sua carreira nas redes sociais. “Eu gosto, é coisa de leonino, de ficar vendo a minha cara. Eu sigo todos os fãs-clubes porque sei que vai ter foto minha”, contou.
Marília também lembrou a fase em que sofria bullying na escola. Tudo mudou graças à música. “Nunca participei dos populares do colégio e sempre sofri muito. Nunca tive vergonha da minha mãe, e ela sempre teve que me socorrer. A galera inventava de me ameaçar, e eu não entendia. Falavam que iam me pegar lá fora, mas lá fora já estava a minha mãe. Sempre fui muito filhinha da mamãe. Comecei a me desenvolver socialmente no colégio quando levei o tal do violão, o violão une as pessoas. De repente, virei popular”, recordou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário