segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Policiais civis esclarecem crimes de estupro contra duas jovens e prendem autores



Angélica (MS): A Polícia Civil prendeu durante o último domingo (9), dois autores do crime de estupro de vulnerável. Após investigações e com o apoio da Polícia Militar local, os dois presos confessaram os crimes praticados contra duas jovens de 13 anos de idade. Os casos não possuem conexão.
O delegado responsável pelos casos, Caio Henrique de Mello Goto, pontuou que no primeiro caso o autor do crime, de 22 anos, manteve contato com a vítima através de uma rede social, e aos poucos a convenceu a manter com ele relação carnal. A mãe, ao estranhar a postura da filha, acabou acionando os policiais. Ainda segundo o delegado, o Conselho Tutelar de Angélica acompanhou o desenrolar dos fatos, e confirmou que no local onde ocorreu a conjunção carnal havia resquícios de sangue provenientes da violação.
O segundo caso ocorreu de forma semelhante ao primeiro. O delegado destacou que, no mesmo dia, uma outra jovem estuprada foi encontrada em um quarto de hotel, sozinha, e que o autor do crime é um funcionário diarista que estava de passagem pela cidade Angélica, e acabou se aproveitando da adolescente.
A gravidade da situação exigiu a presença de duas conselheiras tutelares para acompanhar o caso, sendo os estupradores presos em flagrante.
Conforme apurado, esse é o sétimo caso de estupro de vulnerável na região de Ivinhema e Angélica, somente em 2020, todos eles com autoria esclarecida e em vias de responsabilização contra os autores dos crimes. A repressão aos crimes de natureza sexual tem sido um dos focos da Polícia Civil na região de Ivinhema e Angélica.
A situação das duas prisões concomitantes é de difícil ocorrência, já que o crime de estupro de vulnerável normalmente é cometido sem testemunhas e exige a realização de exames complexos para sua comprovação.
Segundo informou o delegado Caio Goto, o caso segue sendo investigado pela Delegacia de Angélica e será encaminhado ao Poder Judiciário em breve.
Publicado por: Carlos Eduardo Orácio

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